A Mandala é um instrumento de ornamento bastante empregado hoje em dia. Essa maneira surgiu em tempos antigos da bondade. O círculo da mandala significa eternidade e imobilidade.

A palavra "mandala" vem do sânscrito e significa " círculo ".

As primeiras mandalas da história surgiram no Tibete, no século VIII, e eram utilizadas como via de elucubração.

Descubra o que é mandalas.

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As Mandalas foram encontradas na cultura do Momentoso Oriente, como uma parábola do inviolável. Estes círculos são repletos de simbolismo e estão existentes em diversas culturas, como a cultura dos budistas, dos hindus e dos tibetanos. Essa parábola é muito usada em rituais de orações, elucubração e cura.

A mandala similarmente é considerada um círculo encantado ou um instrumento de concentração de força.Universalmente, a mandala representa a conjunto, a globalização e a equilíbrio.

As mandalas estão existentes no espelho chinês do Yin e Yang, nos yantras indianos, nos thankas tibetanos, nos vitrais das catedrais católicas, e em diversas outras representações.

A maneira similarmente esteve presente nos escritos herméticos e na arte sacra dos séculos XVI, XVII e XVIII. Hoje, a parábola é usada para terapias de imobilidade interior e para a ornamento de ambientes

 

Mandala de cálculo – O simbolismo da arte Tibetana

Mandala significa círculo em sânscrito. Aqui, ela designa um diagrama alegórico de uma palácio sagrada, o palácio de uma onipotente meditacional, representando todas as características iluminadas. A palavra tibetana para mandala é kyilkhor (tib. dkyil khor), centro-círculo.

Cada mandala é associada a uma pela certa onipotente ; no entanto, essas divindades não são “deuses” ou “deusas”, porém budas (tib. sangs rgyas/ sangye), pessoas iluminados que demonstram sua piedade, comedimento e agilidade para desenvencilhar todos os pessoas do paciência e levá-los ao estimular.

As mandalas são pintadas como thangkas, representadas tridimensionalmente em madeiro ou metal, simbolizadas por rústico de arroz, ou construídas com cálculo colorida sobre uma palco. Neste último caso, a mandala é picardia depois de algumas cerimônias e a cálculo é evento em um rio próximo, para que as bênçãos se espalhem. A distrato de uma mandala serve similarmente como malogro da impermanência.

As técnicas de construção de mandalas fazem parte do ensino profissionalizante dos monges tibetanos, inclusive a memorização dos textos que especificam os nomes, proporções e posições das linhas principais que definam a estrutura básica das mandalas. Estes textos não descrevem cada série ou detalhe, porém servem como guias para complementar a auxilia dos monges mais experientes.

A base central segue proporções de 8 x 8, similar à construção dos templos indianos tradicionais e dos altares védicos. O ponto cardeal norte é revelado à direita, o sul à sestra, o este embaixo e o oeste acima. O centro da mandala representa a essência, a classe búdica, a própria luminosidade.

Frequentemente, essas mandalas são construídas no início de uma celebração de começo (sânsc. abhisheka, tib. dbang bskur/ wangkur), na qual um artista (sânsc. conselheiro, tib. bla ma/ caulino ) especializado autoriza seus alunos a fazer um tantra.

Os tantras (tib. rgyud/ gyü) são escrituras esotéricas que descrevem vários tipos de yogas (tib. rnal ‘byor/ nenjor) — meditações, visualizações, recitação de mantras — para atingir a luminosidade. Por exemplo, em uma começo de Kalachakra, o artista autoriza seus alunos a praticas as yogas das escrituras do Kalachakra Tantra; aqueles que atingem a sincera prática dessas costumes alcançam o estado luzidio do Buda Kalachakra.